- Breve apresentação
Curioso por natureza, gosto de pesquisar, aprender e explorar novas ideias. Sou fã de música boa, arte, criatividade, boa comida e, principalmente, de estar entre amigos, conversando, aprendendo com as histórias e os “causos” que sempre surgem nessas trocas.
Desde cedo, tive contato com o universo do fazer manual. Meu avô materno, no início da carreira, era encanador e trabalhava apenas com ferramentas manuais. Na casa dele sempre havia uma bancada cheia de ferramentas, e foi ali que, junto com ele e com meu pai, aprendi a utilizá-las tanto em trabalhos residenciais quanto em reparos um pouco mais estruturados.
Sou casado, tenho uma esposa fantástica, uma filha maravilhosa e um filho encantador.
Meus interesses são diversos: música, esporte, motociclismo, viagens e arte fazem parte do que me move e do que gosto de viver no dia a dia.
- Como se deu sua trajetória profissional, partindo de uma formação na área da engenharia até assumir a liderança da área comercial?
Acredito que por essa minha curiosidade latente pelo conhecimento, isso me levou a estudar física. Para entender física precisava de conceitos matemáticos e daí acho que surgiu a vontade de cursar engenharia! Adorei o curso. Digo a todos que se voltasse no tempo, faria de novo.
Quando sai da faculdade resolvi cursar Administração Industrial na USP e depois fiz MBA no Insper.
A cadeira de engenharia dá uma gama bastante grande de oportunidades. Acabei indo para vendas por conta da engenharia. Entendo que vender é uma arte onde o importante é entender como solucionar o problema de alguém. Logo um engenheiro cabe muito bem nisso!
Liderar pessoas, áreas, departamentos e empresas é algo que se aprende. E venho estudando todos os dias para melhorar. Acredito que ainda tenho um longo caminho pela frente.
- Em um setor competitivo como o de ferramentas, quais fatores você considera essenciais para oferecer uma experiência que gere valor contínuo ao cliente, indo além do momento da compra?
Na minha opinião, as ferramentas são itens facilitadores de algo que não conseguimos fazer com as próprias mãos. Se vou usar algo, esse algo tem que ser bem pensado para que não gere ao usuário nenhum tipo de problemas. Seja esse problema de segurança, ambiental ou econômico.
Hoje sou adepto ao “Customer Experience” onde temos que pensar em todos os pontos de contato com o cliente. Não só tecnicamente como tudo mais que envolve o relacionamento profissional.
A jornada do cliente deve ser estendida até além do uso do produto. Hoje temos vídeos que mostram de que forma melhor utilizar os equipamentos, como exemplo.
- De que maneira as linhas GEDORE, GEDORE red e ROBUST se complementam na missão de atender com precisão e consistência as demandas dos usuários hobbystas, profissionais e industriais?Nosso lema é “Ferramentas para a Vida” e podemos dizer que não temos somente uma vida. Temos o lado profissional e hobbysta, por exemplo.
Com isso pensamos em estar presentes em todas as etapas da vida de nossos clientes, levando soluções de alto nível, independente de onde as pessoas estiverem. Sempre preocupados com a segurança. - Como você percebe o comportamento do mercado de ferramentas para 2026 e quais categorias dentro das três linhas da marca devem ganhar ainda mais destaque?
Acredito que a busca por equilíbrio será o desafio do mundo, assim também será no mercado de ferramentas.
Notamos uma entrada de diversas marcas de ferramentas no mercado brasileiro, as pessoas que estão se arriscando na busca de um bom negócio devem levar em consideração outros fatores além do preço de aquisição. Nós da Gedore estamos empenhados em levar ao mercado muita informação, pois isso auxiliará o usuário na hora da tomada de decisão.
O setor de serviços deve ganhar um protagonismo ainda maior este ano. E nossas três linhas estarão lá disponíveis e prontas para o que necessitar!
- A filosofia “Pensar global, agir local” é parte do DNA da Gedore. Como isso se traduz no relacionamento com clientes brasileiros e na adaptação às necessidades locais?
É comum que concorrentes tragam prontas soluções para os clientes locais vindas de outros mercados. Como no exemplo famoso de uma rede de supermercados que quando veio para o Brasil, ofereceu equipamentos de esqui na neve em suas prateleiras em uma clara falta de conhecimento do mercado local.
Nós temos 63 anos de Brasil e 106 anos de existência. Temos produtos globais, porém, quem já visitou nossa fábrica no Brasil, constantemente se impressiona com a diversidade de produtos, sendo muitos deles, adequação para nosso mercado. Tamanho de nossas mãos, tipo de uso, presença de maresia em diversos cantos do nosso país entre outras características mostram a necessidade de desenvolvimento local. Nosso departamento de engenharia local é forte e bem-informado sobre as necessidades de nosso mercado.
Somos uma fábrica de soluções para a vida do usuário.
- Em 2025, a Gedore Brasil celebrou 63 anos de atuação no país, consolidando uma trajetória marcada por qualidade e confiança. Como essa história contribui para fortalecer a identidade da marca e inspirar novas gerações de profissionais e clientes?
A presença no Brasil fez a diferença no grupo Gedore. Influenciamos a matriz e as demais subsidiárias que hoje reconhecem nosso jeito brasileiro como algo importante, agregador e inovador.
- Para finalizarmos, olhando para 2026, que mensagem você gostaria de transmitir aos clientes, parceiros e colaboradores sobre a continuidade do propósito da Gedore e sua atuação no próximo ano?
Desejo um excelente período de festas a todos. Que confraternizem, aproveitem muito e que possamos continuar nossa evolução humana, pois no final de tudo, somos pessoas em busca de felicidade.
Nós aqui continuaremos pensando e fabricando as melhores Ferramentas para a sua Vida.
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